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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Blog Planeta Curioso: USP apura caso de universitários que ficaram pelad...
A atitude desses estudantes não é homofóbica nem antifeminista, mas sim misógina eles depreciam a mulher porque não gostam do sexo oposto preferem violentá-las para mostrar claramente que na hora de sexo carinho e respeito preferem os outros rapazes de suas repúblicas; quem menospreza mulheres dessa forma, sequer são homens ou sequer são gays, são bichonas enrustidas mesmo.
domingo, 14 de outubro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

MOVENDO PEDRAS
O Menino, a caixa de areia... e a pedra.
Numa ensolarada manhã de sábado...um garotinho brincava em uma caixa de areia.
Construindo estradas e vias para seus carros e caminhõezinhos, com seu pequeno balde de plástico e uma brilhante pá de plástico vermelho.
No processo de criação daquela pequena rede de estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra enorme no meio da caixa de areia.
O pequeno cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira.
Com um pouco de luta, ele a empurrou e empurrou aquela pedra para o canto da caixa de areia usando seus pés e suas mãos, num esforço tremendo.
Quando o menino conseguiu levar a pedra até a borda da caixa, ele percebeu que não poderia retirá-la de dentro da caixa pois não tinha a força suficiente para erguê-la para que passasse por cima da parede.
Determinado, o menininho empurrava, empurrava, e erguia a pedra até levanta-la à altura da madeira esperando que ela rolasse para fora dali; mas toda vez que ele pensou que tinha feito algum progresso, a rocha inclinava para dentro e caia de volta na caixa de areia.
O menininho grunhiu, lutou, empurrou, empurrou; mas sua única recompensa era ter de volta aquela incômoda pedra, grande redonda e pesada, esmagando seus dedos rechonchudos.
Finalmente, ele explodiu em lágrimas de frustração.
Todo esse tempo o pai do menino assistiu a tudo passivo, observando o esforço do pequeno através da vidraça da janela da sala, com uma expressão de expectativa e um certo olhar de complacência e admiração.
Paciente e atento em como se desenrolaria tal drama.
No momento em que as lágrimas caíram, uma grande sombra projetou-se sobre o menino e a caixa-de-areia; era seu pai.
Suavemente mas com firmeza, ele disse:
- 'Filho, por que não usou toda a força que você tinha disponível? "
Derrotado, o menino respondeu aos soluços:
- 'Mas eu... papai, eu fiz! Eu usei toda a força que eu tinha... tudo! "
- 'Não, filho, "
Corrigiu o pai bondosamente.
- Você não usou toda a força que tinha. Você não me pediu. "
Dizendo isso, o pai se abaixou, pegou a pedra e a atirou para fora da Caixa de areia, e completou, alisando os cabelos do pequeno:
- Lembre-se, meu querido, que você sempre terá "pedras" em sua vida que precisarão ser removidas!
- Hoje você descobriu que nem sempre você terá o poder necessário para levantá-las!- Nunca ignore o fato de que podemos pedir ajuda... sempre haverá alguém, um ente querido ou um amigo disposto à nos ajudar, desde que tenhamos a humildade de pedir... por certo alguém unirá sua força com a nossa para que possamos dar cabo das tarefas mais difíceis em nossa grande estrada pela vida!
Não é engraçado como na vida, muitas vezes, a gente se esforça para fazer coisas difíceis, por nós mesmos, nos esgotando orgulhosamente e achando sinceramente que não conseguir realizar tal empreitada sozinho é uma derrota um símbolo de que não somos capazes... e ao não conseguirmos nosso intento, sentimos o amargo gosto da frustração...
do sentimento de incapacidade... e ás vezes esses sentimentos se enraízam e nos tornam frustrados por toda vida...?
Esse é o grande malefício que resulta de nossa presunção e nosso orgulho: gastamos nossa energia e enfraquecemos nossa força de vontade desnecessariamente...
Quando tudo o que tínhamos a fazer era reconhecer que sozinhos... nem sempre somos suficientemente capazes e "humildemente" pedir ajuda?
Viver, aprender, crescer, conquistar e amadurecer, passamnecessariamente por COMPARTILHAR!Sozinhos somos um grão de areia, "Juntos" podemos ter o poder de uma avalanche.!
Autor: Desconhecido
Traduzido da postagem original em Inglês de Zubia Kiran, porGilberto Galdino Alves.
in: "Crônicas de uma coreografia dançada em solo..."http://bestofallmastergil.blogspot.com
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 13 de novembro de 2011
Promoção Decora Clube – 10 sorteios !!
Está rolando no Blog da Decora Clube, uma mega promoção e o Simples Decoração está participando!!!
Como assim???
Assim: A Decora Clube quer saber qual é o seu Blog de Decoração preferido (é claro que o Simples Decoração está na lista !).
Então, vá lá no Blog da Decora Clube, responda que o seu Blog preferido é o Simples Decoração (rs!) e vc já estará participando dos 10 sorteios de produtos super legais, que totalizam mais que R$ 1000,00! Não é show??
E se o Simples Decoração ganhar euzinha aqui ainda ganho um super presentão!
Então? Nós (vc e o Simples Decoração) merecemos presente, não é ? Estou contando com a sua participação e seu voto, viu ???
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Uriah Heep - Rain (1972)
Rain / Chuva
It's raining outside / Está chovendo lá fora
But that's not unusual / Mas isso não é incomum
But the way that I'm feeling / Mas o modo como estou me sentindo
Is becoming usual / Está se tornando constante e comum
I guess you could say / Eu imagino que você possa dizer
The clouds are moving away / Que as nuvens irão embora...
Away from your days / Embora dos seus dias
And into mine / E movendo-se para os meus
Now it's raining inside / Agora chove dentro de mim...
It's kind of a shame / É um tipo de vergonha...
And it's getting to me / Que está tomando conta de mim...
A happy man / Que costumava ser um homem feliz...
Why should you want to / Por que você iria desperdiçar
Waste all my time / Todo o seu tempo com o meu pesar...
The world is all yours / Você tem o mundo inteiro...
But I am mine / E eu... so tenho à mim...
Rain, rain, rain in my tears / Chuva, chuva, chuva, em minhas lágrimas
Measuring carefully my years / Como gotas contando cuidadosamente o tempo que me resta...
Shame, shame, shame / Vergonha, vergonha, vergonha...
In my mind... / em minha mente...
See what you've done to my life / Veja o que você fez com a minha vida...
Look well what you've done to my life / Olhe bem... o que você fez com a minha vida...
Look... what you've done of my life... / Olhe... o que você fez da minha vida...
"Dedicado à alguém, que partiu sem deixar respostas, aos por quês... um vazio de motivos... um abismo de incertezas, uma culpa, sem razão, mas que se instala por força do não entendimento dos fatos... Alguns dizem: vão-se os anéis, ficam os dedos... mas nos dedos por muito tempo, as marcas indeléveis da presença dos aneis permanecem e, instintivamente, as tocamos, como se ali ainda estivessem... como símbolos de algo compartilhado."
Gilberto Galdino Alves - "Crônicas de uma coreografia dançada em solo..."
http://bestofallmastergil.blogspot.com 06/09/2011 04:47 de uma madrugada chuvosa de 3a. feira.
